Os Minions

junho 25, 2015

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Por Janaina Pereira

Aposta para as férias da garotada, a animação Os Minions – em cartaz a partir dessa quinta (25) – traz de volta os simpáticos personagens que fizeram sucesso em Meu Malvado Favorito. Dessa vez, somos levados a conhecer a origem das pequenas criaturas amarelas, ao mesmo tempo em que acompanhamos a evolução dos seres vivos na Terra.  Os pequerruchos tentam servir, sempre da melhor forma, alguém de caráter duvidoso, mas essa jornada é muito maior do que eles podiam imaginar.

O roteiro coloca os fofos bonequinhos amarelos lado a lado com figuras conhecidas da história mundial, como Napoleão Bonaparte. A ideia funciona, até que os protagonistas ficam sem líderes malvados para seguir. É quando Kevin, Bob e Stuart saem em busca de um novo chefe.

Eles vão parar na Nova York dos anos 1960, e lá vivem diversas aventuras até chegarem em Orlando, na Convenção dos Vilões, onde se tornam capangas da maior vilã da época, Scarlet Overkill (voz de Sandra Bullock no original e Adriana Esteves na versão nacional). Graças a Scarlet, os pequenos viajam para Londres e se metem em várias confusões para roubar a coroa da Rainha Elizabeth, grande objetivo da vida da vilã.

É neste trecho que o filme ganha o seu momento mágico: a impecável trilha sonora de rock da década de 60, com direito aos maiores clássicos de Beatles, The Doors, The Who, e outros. Chega a ser inacreditável que a versão nacional tenha optado por Michel Teló como o cantor e compositor do tema do filme em português, diante de uma trilha sonora arrebatadora. Mas há (mal) gosto para tudo.

Na dublagem brasileira, destaque para o ator Vladimir Brichta, que se sai muito bem como o marido de Scarlet, Herb. Sua voz está praticamente irreconhecível, em um ótimo exercício de interpretação. Já Adriana Esteves se esforça, mas não consegue dar a vilania necessária para sua Scarlet Overkill.

No final das contas, Os Minions é um filme infantil, que garante risadas e diversão para a garotada e deixa os adultos encantados com o melhor da cena londrina roqueira. Impossível não comparar com o fenomenal Divertida Mente, já em cartaz e alçado a clássico desde sua estreia avassaladora no Festival de Cannes. Ainda que os pequenos amarelinhos sejam simpáticos e fofos, eles perdem em roteiro para a animação da Pixar.

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