Nesta terça-feira, 1º de setembro, tem início a quarta edição do Dia do Cinema Nacional, criado pela PlayArte em 2006. Este ano, além dos Multiplex Bristol, Plaza Sul e ABC, o Marabá também participará do projeto.
 
Durante dois meses, todas as terças-feiras terão programação diferenciada, em todas as salas dos Multiplex (exceto as digitais 3D), apenas com filmes nacionais ou com coprodução brasileira. Além disso, o ingresso tem preço promocional a R$5,00.
 
Os títulos são diversos, para todos os gostos, e mudam a cada semana. Os destaques ficam por conta de sucessos do cinema nacional como Se Eu Fosse Você 2, Divã, A Mulher Invisível, Jean Charles, À Deriva e Se Nada Mais Der Certo, além do infantil O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes.

Dia do Cinema Nacional
Todas as terças-feiras
Ingressos a R$5,00
Multiplex PlayArte Bristol – Av. Paulista, 2064
Multiplex PlayArte Plaza Sul – Praça Leonor Kauppa, 100
Multiplex PlayArte ABC – Av. Pereira Barreto, 42 – Santo André
Multiplex PlayArte Marabá – Av. Ipiranga, 757

4ª Mostra Mundo Árabe

agosto 30, 2009

A 4ª Mostra Mundo Árabe abre dia 31 de agosto, para convidados, e  segue até o dia 13 de setembro, em quatro salas de São Paulo – CineSESC, Galeria Olido, Centro Cultural São Paulo e Esporte Clube Sírio.

Idealizado pelo Instituto de Cultura Árabe e realizado em parceria com o SESC-SP, a Secretaria Municipal de Cultura e a Casa Árabe, o evento trará, dessa vez, 13 longas e três curtas metragens. As produções são de origem libanesa, tunisiana, egípcia e iraquiana. 

Entre os longas programados estão Andarilhos do Deserto, O Colar Perdido da Pomba e Baba Aziz, dirigidos pelo tunisiano Nacer Khemir, e que compõem a Trilogia do Deserto.

O primeiro longa, Andarilhos, é de 1984 e deixa evidente toda a influência que o diretor, apesar de ter vivido parte de sua vida na França, recebeu da literatura árabe, da arte de contar histórias e de um mundo de fábulas. O filme, que contou com a colaboração da respeitada diretora tunisiana Moufida Tlatli (Silêncio do Palácio e Tempo de Espera), conquistou o Prêmio do Júri no Festival de Locarno.

O segundo longa da trilogia, O Colar Perdido da Pomba, também apresenta enorme influência de As Mil e Uma Noites (obra clássica da literatura persa constituída por uma coleção de contos orientais compilados provavelmente, entre os séculos XIII e XVI) e tem como cenário uma mesquita de Alandalus, do século XI (local bastante simbólico por ter acolhido diferentes culturas).

Baba Aziz marca a abertura da Mostra Mundo Árabe. Esse título, que cria uma encantadora fábula, teve como co-roteirista Tonino Guerra, roteirista de filmes de grande sucesso, como Amarcord (Federico Fellini) e Blowup (Michelangelo Antonioni).

 

A PROGRAMAÇÃO
Os filmes (curtas e longas / documentário e ficção) serão exibidos dentro dos seguintes programas: Trilogia do Deserto (Andarilhos do Deserto, O Colar Perdido da Pomba e Baba Aziz), Outras Histórias (Sob as Bombas, Caos, A Outra e Sobre Bagdá), Mostra Especial Relatos do Iraque (Ahlaam, As Tartarugas Podem Voar, Iraque em Fragmentos, A Vida Após a Queda e Underexposure), Curtas da Escola Independente de Cinema e Televisão de Bagdá (Uma Vela para o Café Shabandar, Um Estranho em seu Próprio País e Indo Embora) e Sessão Especial (Beirute Ocidental), que encerra a mostra, no dia 13, em sessão no Esporte Clube Sírio.

Haverá ainda uma homenagem a Youssef Chahine, um dos mais importantes diretores árabes, falecido em 2008. Diretor bastante premiado e que deixou um importante legado em suas obras de forte cunho social, terá dois filmes exibidos na Mostra Mundo Árabe : A Outra e Caos.

1 de Setembro a 13 de setembro

Classificação indicativa: 14 anos

Homepage: http://www.icarabe.org/mundoarabe2009

 
CineSESC

www.sescsp.org.br

Rua Augusta, 2075 / Cerqueira Cesar

Tel.: 3087.0500

Ingressos: R$ 4,00 (inteira), R$ 2,00 (meia-entrada) e R$ 1,00 (usuários do SESC).
Galeria Olido

www.galeriaolido.sp.gov.br

Avenida São João, 473 / Centro

Tel.: 3397.0158

Ingressos: R$ 3,00 (inteira) e R$ 1,50 (meia)
Centro Cultural São Paulo / CCSP

www.centrocultural.sp.gov.br

Sala Lima Barreto

Rua Vergueiro, 1000 / Paraíso

Tel.: 3383.3401 / 3402

Entrada franca; retirada de ingressos no local com uma hora de antecedência da sessão.
Esporte Clube Sírio

www.sirio.org.br

Av. Indianópolis, 1192 / Planalto Paulista

Tel.: 2189.8500

Entrada franca

normais

por Janaina Pereira

Vany (Fernanda Torres) e Rui (Luís Fernando Guimarães) estão de volta. O casal simpático e divertido, sucesso no seriado da TV nos anos 1990, apareceu pela primeira vez no cinema em 2003, em um filme que contou como eles se conheceram. Agora em Os Normais 2 – A noite mais maluca de todas, que chega hoje aos cinemas,o casal está disposto a sair da crise conjugal com um ménage-à-trois.

Não preciso dizer mais nada sobre o filme porque ele se resume a isso. Muita gente reclamou que tem ‘palavras de baixo escalão’ em excesso – mas isso, sinceramente, não me incomodou. Nem o tema, apontado como pervertido. Não sou hipócrita, todo mundo fala palavrão e tem fantasias sexuais. O problema do filme não é esse. A história é simplória demais, nada mais que um longo episódio do falecido seriado da TV, que foi levada para o cinema. E só.

A impressão que fica sobre o roteiro é que ele só foi parar no cinema para ter maior liberdade de expressão – porque na TV não seria possível falar de sexo a três com palavras chulas de forma tão objetiva como o filme apresenta. Claro que a Vany de Fernanda Torres e o Rui de Luís Fernando Guimarães ainda provocam risadas, mas não há nada de novo, inteligente ou realmente
interessante que justifique um filme de R$5 milhões de orçamento.

Se o seriado voltasse à TV seria bem mais divertido do que ver o querido casal se despir – sem ficar nu, vale ressaltar – para provocar o público. Que Os Normais voltem para a telinha, lá eles são bem mais legais que na telona.

Os Normais 2 – A Noite Mais Maluca de Todas
Elenco: Fernanda Torres, Luís Fernando Guimarães, Danielle Winits, Drica Moraes, Cláudia Raia, Daniele Suzuki, Mayana Neiva, Alinne Moraes e Daniel Dantas
Direção: José Alvarenga Jr.
Gênero: Comédia
Duração: 75 min.
Distribuidora: Imagem Filmes

Assista ao trailer do filme Os Normais 2.

Anticristo

agosto 27, 2009

anticristo_2

Por Janaina Pereira

Quando Anticristo foi lançado este ano em Cannes, todos os holofotes foram para Lars von Trier. O polêmico diretor dinamarquês conseguiu chocar o público e dividir a crítica. Os cariocas e paulistanos têm a chance, a partir de sexta, dia 28, de conferir o trabalho do cineasta. Bom ou ruim, o filme é polêmico e chocante. Ninguém passará impune por ele.

Dividido em prólogo, epílogo e outros quatro capítulos, Anticristo narra a história de um casal (Willian Dafoe e Charlotte Gaisnbourg, em atuações poderosas) que, após a morte do filho pequeno, se isola numa cabana em uma floresta – chamada de Éden – para curar a dor. Visto assim, o filme não parece muito diferente de A Liberdade é Azul, do polonês Kristof Kieslowski, inesquecível história sobre a perda. Mas se Kieslowski resumiu a dor da personagem de Juliette Binoche, que perdeu o marido e a filha em um acidente de carro, na comovente cena em que ela raspa as costas das mãos em uma parede ondulada, von Trier adotou a violência e a mutilação sexual como armas para externar a dor de seus personagens.

É notório que a dor física consegue abrandar a dor da alma – esta, nunca quantificada e aparentemente mais dolorosa. Partindo dessa ideia,  o diretor expôs o casal protagonista ao extremo. Se o filme começa com  Lascia ch’io Pianga, da ópera Rinaldo, de Händel, como pano de fundo de uma cena em que o prazer sexual se mistura a morte de uma criança – em belíssima sequência em preto e branco, com fotografia impecável – o que vemos a seguir é a dor apresentada de todas as formas, culminando com a perturbadora cena em que a personagem de Charlotte corta seu clitóris com uma tesoura.

A dor física da personagem nada mais é do que a forma que ela encontra para amenizar seu sentimento de culpa pela morte do filho. Já que não consegue arrancar a dor de seu coração, ela arranca aquilo que, supostamente, foi o responsável pela perda. É cruel e repulsivo, mas verdadeiro.

A floresta chamada de Éden também não é por acaso. Voltar aos primórdios de Adão e Eva parece ser o objetivo do casal – mas precisamente do marido, terapeuta . A esposa, no entanto, tem sua própria teoria sobre o modo como as mulheres foram tratadas a vida inteira e, talvez por isso,  tente punir o marido.

O grande trunfo de Anticristo é o seu incômodo. O filme parece socar o estômago de quem assiste, causando um mal-estar contínuo. Até porque, é difícil – ou quase impossível – o ser humano admitir que é tão cruel e mesquinho como von Trier retrata.

O longa é, especialmente, uma reflexão sobre a maldade e o egoísmo, e um olhar assustador sobre as mulheres, capazes de amar e odiar com a mesma intensidade. Se o público vai gostar ou não, pouco importa.  Aqui o que vale é sentir – medo, nojo, raiva, histeria, desprezo. E qualquer sentimento significa apenas o que a humanidade verdadeiramente é: medonha, nojenta, raivosa, histérica e desprezível. Assim pensa von Trier. Cabe a cada espectador concordar ou não com ele.

Assista ao trailer de Anticristo.

Cinema mostra AIDS

agosto 25, 2009

O Espaço Unibanco de Cinema e o Cine Olido (Galeria Olido) exibem a quinta edição de Cinema Mostra Aids, uma  realização do Grupo Pela Vidda/SP,   ONG  que completa 20 anos de luta contra a aids em 2009.
 
Com uma seleção de 29 filmes, entre curtas, longas  e principalmente  documentários, a idéia da mostra é despertar a atenção e o interesse para um tema que não está mais na ordem do dia: o impacto da aids na sociedade e  na vida das pessoas.
 
Com sessões diárias entre os dias 28 de agosto de 3 de setembro, os ingressos na bilheteria dos cinemas terão preço simbólico de R$ 5 e R$ 1. Haverá distribuição gratuita de ingressos para ONGs e serviços de saúde que trabalham com HIV e aids.
 
A mostra monta um painel atual da aids. O impacto da epidemia no meio gay é retratado nos documentários “Sexo Positivo”, sobre a história da adoção e da divulgação do sexo seguro; e “Cristal”, sobre os riscos do consumo de metaanfetaminas entre os homossexuais.
 
Destaca-se também o premiado Estamos Juntos (We Are Together), produção inglesa sobre um grupo de órfãos africanos que se apóiam na música para enfrentar a vida.  A comédia romântica “Clara e eu”, o drama “ Princesas” , o filme autobiográfico “Stephen Fry e a Aids” , e a produção de Bollywood “68 Páginas”, são outros destaques da programação.
 
No encerramento da Mostra, dia 3 de setembro, às 20h, será exibido o documentário Xpress 8, produzido pela MTV (América Latina) em parceria com o Unicef e a campanha Staying Alive.Após a exibição haverá bate-papo com o diretor Mauro Dahmer e a VJ Penélope Nova.
 
O evento, uma parceria com o Programa Estadual de DST/Aids de São Paulo, é apoiado pelo Espaço Unibanco de Cinema, Galeria Olido (Prefeitura de São Paulo), dentre outros parceiros.

 

Espaço Unibanco de Cinema: 28 de agosto a 03 de setembro
Rua Augusta, 1470, Cerqueira César – Estação Consolação do Metrô
Tel. 3288-6780 / 3287-5590
(Sala 4, 107 lugares)
Ingresso: R$ 5,00
 
Galeria Olido: 28 a 30 de agosto
Av. São João, 473, Centro – Estação República do Metrô
Tel. 3331-8399 / 3397-0171
(Cine Olido, 236 lugares)
Ingresso: R$ 1,00

Caro Sr Horten

agosto 24, 2009

sr horten

por Janaina Pereira

Em exibição exclusiva no Cinesesc (SP), entra em cartaz nesta sexta, 28, Caro Sr Horten foi selecionado para a seção Un Certain Regard do Festival de Cannes 2008 e representante da Noruega entre os indicados ao Oscar 2009 de filme estrangeiro. No Brasil, participou do Festival do Rio e da Mostra Internacional de Cinema de SP em 2008.

O longa conta a jornada através do interior da Noruega de Odd Horten (Bard Owe), de 67 anos, um maquinista que esta prestes a se aposentar. No dia seguinte, ele fará sua última viagem, mas, pela primeira vez em 40 anos, ele se atrasará e não chegará a tempo de sua última partida.

Esse homem metódico, cuja vida sempre se resumiu apenas ao trabalho, fica completamente perdido com a aposentadoria, mas o atraso para sua derradeira viagem acaba por lhe proporcionar momentos curiosos.A partir de então, a ação transcorre como um sonho estranho, com os fatos acontecendo fora de ordem cronológica.

A vida de O’Horten – como o personagem é conhecido – parece sem graça e tediosa, e o filme se arrasta mostrando esses momentos. No entanto, o mais importante aqui é a transformação interior do personagem, apresentada de forma sutil pelo diretor Bent Hamer. Ao contrário do protagonista, que faz de tudo para matar o tempo, o espectador poderá dar valor aos pequenos detalhes que se apresentam na história, que é o grande charme do filme.

O’ Horten
2007, Noruega/ Alemanha/ França, 90 minutos
Color, Dolby Digital | DolbySR
Gênero: Comédia/Drama
Direção e roteiro: Bent Hamer
Distribuição nacional: Imovision
Elenco: Bard Owe, Espen Skjonberg, Githa Norby, Bjorn Floberg, Henny Moan

Assista ao trailer de Caro Sr Horten.

A Pedra Mágica

agosto 23, 2009

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por Janaina Pereira

Os pais têm mais um filme para curtir com a garotada. Estreia nesta sexta, 28, A Pedra Mágica conta a história de Toby Thompson, de 11 anos, que é o saco de pancadas preferido dos mais implicantes vizinhos da comunidade de Black Falls, onde seus pais (e os de todo mundo) trabalham para as indústrias Black Box, fabricante da geringonça faz-tudo que é o maior sucesso no país.

Durante uma horrível tempestade, cai do céu uma pedra colorida que realiza os desejos de qualquer um que a encontrar. Repentinamente, a comunidade que Toby julgava ser estranha fica ainda mais esquisita. À medida que a Pedra Mágica ricocheteia pela cidade, de criança para criança, de pai para pai, os desejos rapidamente se tornam realidade e a vizinhança é virada de cabeça para baixo, em um turbilhão que faz surgir de tudo, de pequenos alienígenas a melecas gigantescas.

Robert Rodriguez, famoso por seus filmes arrasa-quarteirões de tiroteio feitos com custos baixos, como El Mariachi (1992), já havia entrado no universo infantil com Pequenos Espiões (2001), que devido ao sucesso teve uma continuação em 2002. Parece que o diretor gostou da experiência e voltou ao mundo de fantasia e diversão para menores.

Com uma história lúdica, daquelas que facilmente agradam às crianças, A Pedra Mágica faz o tempo passar depressa e não causa maiores transtornos para os pais. E deixa as crianças felizes.

Shorts
País de Origem:  EUA / Emiratos Árabes Unidos
Gênero:  Aventura
Tempo de Duração: 89 minutos
Ano de Lançamento:  2009
Estúdio/Distrib.:  Warner Bros.
Direção:  Robert Rodriguez

Assista ao trailer de A Pedra Mágica.

Acompanhe trechos do filme.

Avatar – preview 2

agosto 22, 2009

por Janis Lyn*

Depois de 12 anos longe das câmeras, o diretor James Cameron (sim, do oscarizado Titanic) está de volta. Seu novo filme, que estreia só em dezembro, chama-se Avatar. E para dar a imprensa um gostinho do que vem por aí, a Fox Film promoveu no cinema Bourbon Imax uma sessão especial com 15 minutos de cenas inéditas do longa em 3D (com direito a introdução do diretor).

A história é a seguinte: num futuro não muito distante, um ex-fuzileiro naval é enviado para outro planeta através de um corpo alienígena- e azul- artificial. Lá, se junta a raça Na’vi e lutam contra os hostis que aparecem no caminho. Os efeitos especiais são fantásticos e inéditos no Brasil. Os cenários imaginários são super coloridos e bem criados. Pelo pouco que vi, já pulei da cadeira quando um dragão veio a minha direção e em certa cena que mostra um precípicio, senti até uma vertigem.

Que venha o filme.

*Janys Lyn é jornalista e autora do blog Diário de uma foca em crise.

Avatar – preview 1

agosto 22, 2009

por César Freitas*

Eu tenho com hábito não ler ou ver nada com relação ao um filme muito aguardado. Toda vez é a mesma coisa, crio uma expectativa muita alta e me decepciono. Com Avatar, o novo longa de James Cameron que estreia em dezembro, não li, não vi o trailer que vazou na internet e fiquei na espera da exibição para a imprensa dos 15 minutos já prontos.
 
A competência de James Cameron é lendária. Mesmo fazendo filmes que tinham tudo para ser um grande filme B, ele se esmera e faz um bom filme. Com Avatar, projeto que ele trabalha há 14 anos – quatro de planejamento e 10 de execução – confesso que fiquei um tanto apreensivo. O projeto é muito grandioso e ambicioso e muito fácil de errar. 
 
Após a exibição dos 15 minutos, que nada mais foram do que cenas soltas, o espanto de todos na plateia era geral. Paulo Gustavo, da Sci/Fi News, disse que não levantaria da poltrona até 18 de dezembro, data da estreia no Brasil, esperando o filme.
 
O difícil foi escrever este texto com objetividade e não se perder em elogios eternos e parecer um geek. Este com certeza tem tudo para ser o filme do ano, quer dizer, o filme do Verão Brasileiro. Ele tem todo os elementos que agradam todos os públicos: ação, aventura, romance, ficção científica, enfim um filme completo.
 
Quem tiver a oportunidade, veja em 3D e, se possível, veja em Imax, é impressionante!!! As cenas em “animação” são de uma perfeição absurda. Agora só nos resta esperar até 18 de dezembro e conferir.

*César Freitas é apresentador do programa HQ & Cia, da All TV, e escreveu este texto à convite do Cinemmarte.

por Alice Jones

A Fox gentilmente convidou um grupo de jornalistas para assistir na noite de ontem, no Imax do Shopping Bourboun, em São Paulo, ao preview de Avatar, novo e ambicioso projeto de James Cameron (Titanic). O evento aconteceu simultaneamente com o Rio de Janeiro.

O Cinemmarte estava lá representado por dois colaboradores paulistanos: César Freitas, do HQ & Cia, e Janis Lyn, do Diário de uma foca em crise. Eles viram 15 minutos do filme e comentam, a seguir, o que podemos esperar deste que já é apontado como o filme do ano.