Premiere: Sherlock Holmes – O Jogo das Sombras
janeiro 9, 2012
Foi quase como um piscar de olhos. Na noite desta segunda, 9, o ator americano Robert Downey Jr passou rapidamente pelo tapete vermelho do Cinépolis Lagoon, no Rio, durante a premiere brasileira de seu mais recente filme, Sherlock Holmes – O Jogo das Sombras.
Robert chegou ao Cinépolis por volta de 20h40 esbanjando simpatia. Ele prontamente atendeu a um pequeno, mas histérico, grupo de fãs, que gritava por uma foto ou autógrafo. Porém, cercado de seguranças e assessores, o ator não pode dar muita atenção aos fãs, logo se dirigindo ao tapete vermelho onde fotógrafos e repórteres se aglomeravam em um empurra-empurra assustador. Depois de algumas poses e vários flashes, ele foi para a área reservada às emissoras de TV, deu rápidas entrevistas e antes das 21h já havia deixado o Cinépolis.
Robert Downey Jr chegou ao Rio na manhã desta segunda-feira, seguiu para o hotel Fasano, em Ipanema, onde está hospedado, e poucas horas depois já estava no Copacabana Palace para conversar com a imprensa brasileira. Apesar da divulgação que o ator permaneceria quatro dias na cidade, e que viria acompanhado do diretor Guy Ritchie e do produtor Joel Silver, Robert chegou apenas com sua equipe particular, que inclui, entre outros, assessor de imprensa, personal trainer, assistente pessoal, maquiador e estilista.
Durante a manhã e tarde desta segunda ele concedeu entrevistas para jornais, revistas e sites. A maratona continua nesta terça, quando irá conversar com algumas emissoras de TV. O embarque do astro para os EUA está previsto para acontecer ainda nesta terça.
Premiere: Missão Impossível 4
dezembro 14, 2011
por Janaina Pereira, do Rio de Janeiro
Em sua terceira visita ao Rio, o ator Tom Cruise (foto) chegou à cidade nesta quarta, dia 14, para o lançamento de seu mais recente filme, Missão Impossível 4 – Protocolo Fantasma. Acompanhado do diretor do longa, Brad Bird, e da companheira de elenco, Paula Patton, Tom passou pelo tapete vermelho da premiere latina realizada à noite, no Cinépolis Lagoon.
Desfilando toda sua simpatia, o ator comentou que não tem um filme preferido na série. “Todos foram desafiadores tanto fisicamente quanto em termos de interpretação. Sou privilegiado por ter essa profissão”, disse, acrescentando que este filme é diferente dos outros porque tem mais humor. “Isso era algo que eu queria, junto com mais das nossas características cenas de ação.”
Sobre as cenas mais perigosas, em que dispensou dublês, Tom disse que foi “muito desafiador. “Mas não tive medo”, frisou.
Ele também confirmou participação na continuação de Top Gun – Ases Indomáveis – filme que o transformou em um dos maiores galãs de Hollywood – e disse que Missão Impossível 5 é um projeto que vai acontecer.
“A ideia é fazermos o quinto filme da série, mas hoje quero curtir o momento de divulgação deste filme e aproveitar o carinho das pessoas.”
Sobre o trabalho com o diretor Brad Bird (foto), Tom foi só elogios. ““Quando nos conhecemos, ficamos horas conversando e fiquei feliz ao saber que íamos trabalhar juntos.” O diretor, famoso pelas animações Ratatouile e Os Incríveis , faz em Missão Impossível 4 sua estreia em filmes com atores, e retribuiu os elogios do ator.

“Quando nós marcamos para conversar do filme pela primeira vez, ficamos três horas falando de Os Incríveis. O Tom trabalhou com grandes diretores como Martin Scorsese, Steven Spielberg e Stanley Kubrick, e está há mais de 30 anos fazendo cinema. Então, trabalhar com ele é como fazer um curso de cinema”, contou Bird.
A atriz Paula Patton (foto) também elogiou o colega de elenco. “É incrível, fantástico, fabuloso filmar com Tom Cruise. Estar em uma cena com ele é um sonho. Ele me deu várias dicas durante as filmagens e me senti sendo dirigida por ele em algumas cenas.”
Paula, aliás, surpreendeu a imprensa com seu conhecimento sobre o Brasil, revelando gostar de samba e bossa nova. “Conheço muito o João Gilberto e o Seu Jorge.” Ela também é fã dos biquinis brasileiros. “Estou doida para colocar um biquíni e andar pelas praias do Rio.”
Após a passagem pelo tapete vermelho, Tom, Paula e Brad acompanharam um pouco da apresentação do DJ e produtor holandês Tiësto, que tocou sua releitura para a clássica trilha de Missão Impossível. Animado, Tom Cruise ensaiou uns passinhos, declarou seu amor ao Rio e seguiu para o aeroporto, de onde viajou para Nova York, cidade que recebe a última premiere de Missão Impossível 4 – o filme também teve premieres na Inglaterra, Espanha, Alemanha, Rússia, Emirados Árabes Unidos, Índia, Coreia do Sul e Japão.
No Brasil, Missão Impossível 4- Protocolo Fantasma estreia na próxima quarta, dia 21 de dezembro.
Um Dia
dezembro 1, 2011
por Janaina Pereira
Livro de sucesso estrondoso no mundo inteiro, Um Dia, de David Nicholls, foi párar nos cinemas, claro. Estreia nesta sexta, dia 2, com direito a queridinha de Hollywood Anne Hathaway como uma inglesa, e Jim Strugges como seu par, o drama romântico Um Dia (One Day), dirigido por Lone Scherfig (Educação) e adaptado para a telona pelo próprio Nicholls. Não precisa ler o livro para ver o filme, mas confesso que depois de ver o filme fiquei sim com vontade de ler o livro!
Para quem ainda não sabe, Um Dia narra os encontros e desencontros da inteligente e insegura Emma (Hathaway, carismática como sempre) com o pretencioso e desconcertante Dexter (Strugges, bem no papel). Eles estudaram na mesma faculdade mas não são amigos, e no dia 15 de julho de 1988, após a formatura, o destino trata de uni-los. Mas se engana quem pensa que o longa é uma história de amor. A partir do dia em que suas vidas se cruzam, Emma e Dex – como ela gosta de chamá-lo – vivenciam a mais cruel das descobertas: o tempo não perdoa.
Pois é, Um Dia é sobre o tempo: o tempo que se perde sendo inseguro, imaturo, burro. O tempo que se perde demorando a fazer escolhas, e fazendo escolhas erradas. O tempo que se perde com medo, com tristezas, com rancores, com desafetos e com falta de amor. Ano a ano, sempre no dia 15 de julho, vamos acompanhando o que o tempo faz com os protagonistas. Percebemos que Emma, mesmo sendo gente boa e divertida, leva tempo demais para acordar para a vida, demora a perceber que merece ser feliz e que é maior e melhor do que imagina. Também percebemos que Dex é um idiota, fofíssimo e encantador, é verdade, mas que perde tempo com mulheres que posam bem ao seu lado, mas não lhe dão valor; um cara que só se importa – literalmente – com sexo, drogas e rock´n roll.
Mas como todos nós – e quem não passou por isso, vai passar – Dex e Emma vão aprender com seus erros e um belo dia vão perceber que é possível ser feliz de uma forma muito simples, fazendo o que se gosta e tendo ao lado alguém em quem se confia. E é aí que o danado do tempo dá uma rasteira neles e nos espectadores.
Um Dia, o filme, pode arrancar lágrimas de muitos, mas comigo o efeito foi diferente. Talvez porque eu tenha a idade dos personagens já ao final do filme – aquela fase cruel dos ’30 e muitos anos’ chegou e você se pergunta ‘o que vai ser daqui para frente’ – fiquei imaginando as coisas que não fiz, os erros que cometi, as pessoas que deixei pelo caminho e, especialmente, os que me deixaram pelo caminho. Na verdade, bem lá no fundo do meu coração, sei que já fui muito Emma nessa vida, e tive meus momentos de Dexter. E é justamente aí que mora toda a graça do filme: David Nicholls fez personagens tão humanos, tão verossímeis e tão sinceros, que me identifiquei com eles.
Lembre-se que Um Dia não é uma história de amor, mas uma história sobre o tempo. Que constrói e destrói amizades e amores sim, mas que nos fortalece e que, inevitavelmente, nos faz crescer.
Os Especialistas
novembro 30, 2011
Por Pedro Costa di Biasi
Os Especialistas, que estreia nesta sexta-feira, poderia ser apenas mais um seguidor do cinismo corrente no gênero ação. O filme é cínico de maneira particular, embora tão certinha quanto de costume, e dialoga com Os Mercenários. Porém, diferentemente do verniz camarada que recobre os assassinos de aluguel de Stallone, aqui eles só encontram qualquer tipo de harmonia se se agarram à ideia de largar o ofício.
O protagonista Danny Bryce (Jason Statham), ao cumprir um contrato com Hunter (Robert DeNiro), Meiers (Aden Young) e Davies (Dominic Purcell), assassina o alvo e descobre no ato que, logo ao lado da vítima, uma criança assistia a tudo. Ele diz que vai desistir, e decide viver com Anne (Yvonne Strahovski) na Austrália. Ao descobrir que o Sheikh Amir (Rodney Afif) capturou Hunter por falhar em uma missão, Danny se une com os velhos companheiros para terminar o serviço: matar os três membros do Serviço Aéreo Especial (SAS) britânico que assassinaram os filhos do Sheikh. No encalço dos três está Spike Logan (Clive Owen).
É um roteiro de temas polêmicos, como missões obscuras do SAS (força armada real e ainda operante) que causaram o desejo de retaliação em Amir, interesses ainda mais secretos – representados pelo Agente (Adewale Akinnuoye-Agbaje) que administra a missão de Danny – e o envolvimento dos Homens-pena, ex-agentes do SAS que tentam proteger seus colegas da morte pelas mãos dos mercenários. Tudo vem do livro de Sir Ranulph Fiennes, The Feather Men, no qual o filme foi baseado.
Parte da polêmica vem da dificuldade em estabelecer se a obra de Fiennes é uma ficção (como ele mesmo já assumiu algumas vezes), ou se a plausível influência de grandes instituições distorceu certos fatos para que parecessem mentiras divulgadas por um autor sedento por atenção. E, até onde vão os interesses do filme, pouco importa. As principais questões do roteiro de Matt Sherring giram em torno da atividade de matador de aluguel.
O roteirista empresta elementos de Rambo IV e Os Mercenários, já que o ofício vem com uma maldição intrínseca. Entretanto, as diferenças são claras: tanto a vampirização de John Rambo para resolver conflitos armados quanto os tormentos dos mercenários descartáveis apontam para a manutenção perpétua de suas ações facínoras. Aqui, a via de fuga é simples, e só por conta de valores (outro tema de Stallone) o caminho sofre percalços. Essa facilidade tem relação direta com outra referência.
Os Especialistas também é partes Michael Mann (particularmente os dois últimos do cineasta, Miami Vice e Inimigos Públicos), pois Anne é um esforço do protagonista para delinear uma pessoa que lhe sirva de eixo. Mas, se John Dillinger e Sonny buscavam no sexo oposto uma constância e um foco para ações ainda em curso, o tedioso idílio de Danny rompe bruscamente com a profissão. Assim, a tensão é pífia: basta Danny cumprir sua última missão e a fuga perfeita pode ser simplesmente repetida.
Claro que não fica por aí, já que outros elementos são fundamentais. E o diretor Gary McKendry sabe filmar ação. Nos confrontos e na realização dos assassinatos, que devem parecer acidentes, ele joga bem com as expectativas – posto que a decupagem e a edição não atrapalham -, alternando o controle da situação ora a um lado, ora a outro, gerando uma constante e bem-vinda incerteza. (A perseguição automobilística de Spike e Danny é a exceção.)
Uma cena interessante logo na primeira parte do filme mostra Danny e Hunter tentando escapar do cativeiro do Sheikh, apenas para arrombarem uma porta e receberem aplausos por seu espetáculo fútil. Talvez seja o instante que propõe de forma mais interessante como a ocupação de matador incapacita decisões ou escapatória. O próprio personagem de Spike, que luta desesperadamente para encontrar sua relevância, é outro indicador desse impasse. Para McKendry, porém, importa mais uma menção triste, brevíssima, a Sergio Leone.
Enquanto os homens de Os Especialistas parecem problemáticos, alheios aos movimentos políticos que os rodeiam, atentos a fins e valores e presos a fortunas traçadas de antemão, como os de Três Homens Em Conflito, o filme vai bem. Quando toda a tensão se desmancha em favor da máxima “boas-intenções-geram-bons-resultados”, com resoluções condizentes (vide a última frase dos letreiros finais), pouco resta.
Festival do Rio 2011 – Day 12
outubro 18, 2011
por Janaina Pereira, do Rio de Janeiro
A entrega do Troféu Redentor encerrou nesta terça, 18, o Festival do Rio. Os filmes, exibidos ao longo da Premiere Brasil, foram votados pelo público e pelo júri composto por Roberto Farias(presidente), Adriana Falcão Aluizio Abranches, Pandora da Cunha Teles eVanessa Ragone. O grande vencedor foi A hora e a vez de Augusto Matraga, de Vinicius Coimbra,como o melhor filme; As Canções, de Eduardo Coutinho, como melhor documentário (osdois filmes também ganharam o prêmio do voto popular) e Qual Queijo você quer?,de Cíntia Domit Bittar, como melhor curta-metragem.
O Redentor de melhor direção foipara Karin Aïnuz pelo elogiado Abismo Prateado; João Miguel (Ahora e a vez de Augusto Matraga) foi o melhor ator, Camila Pitanga (Eu Receberia AsPiores Notícias Dos Seus Lindos Lábios) ganhou como melhor atriz; Maria Luzia Mendonça (Amanhã Nunca Mais) levou o prêmio de melhor atrizcoadjuvante eJosé Wilker (A hora e a vez de Augusto Matraga) foi o melhor atorcoadjuvante.
Odilon Rocha ganhou o Redentor demelhor roteiro por A novela das 8; Maurício Pinheiro Jr ganhou o prêmio demelhor fotografia por Sudoeste e a melhor montagem foi para Joana Berg porMarcelo Yuka no Caminho das Setas. O júri ainda concedeu prêmios especiais para Sudoeste, de Eduardo Nunes, e Chico Anysio, por sua atuação em A hora e a vezde Augusto Matraga.
Mesmo encerrada a parte competitiva, o Festival do Rio ainda não acabou para o público. Até quinta-feira, dia 20, estão sendo exibidos diversos filmes, e alguns nem tiveram sessão anterior no festival. Um deles é o esperado documentário do diretor americano Martin Scorsese, George Harrison: Living in the Material World, que será exibido pela primeira vez no Brasil nesta quarta-feira, no Cine Odeon Petrobras. O filme conta a trajetória do ex-beatle, falecido em 2001.
E de sexta-feira (21) ao dia 27 será realizada a chamada “repescagem”, com uma seleção de 65 filmes que passearam pelas telas cariocas ao longo do Festival do Rio. Entre esses filmes estão vários que não terão carreira comercial nos cinemas do país, portanto é uma boa oportunidade de conferir estas produções.
Festival do Rio 2011 – Day 11
outubro 17, 2011
por Janaina Pereira, do Rio de Janeiro
A estratégia de encerrar o Festival do Rio dois dias antes do ‘fim tradicional’ – os filmes continuarão sendo exibidos até quinta, dia 20, mas oficialmente o festival acaba nesta terça, dia 18 – pode ser para não ‘atropelar’ a Mostra de São Paulo, que começa na quinta-feira. Independente disso, o Fest Rio decidiu deixar a noite de terça para a entrega do Troféu Rendentor e exibir o filme de encerramento nesta segunda. O escolhido é Raul, o início, o fim e o meio, de Walter Carvalho.
Vinte e dois anos após a morte do ícone Raul Seixas, Carvalho reuniu imagens de arquivo com entrevistas exclusivas daqueles que conviveram de mais perto com a mitológica figura, incluindo franca entrevista com Paulo Coelho, que esmiúça a frutífera parceria entre escritor e compositor que incendiou os anos 1970. Carvalho também investiga a controversa relação de Raul, mais ao final da vida, com o músico Marcelo Nova, que divide opiniões dos entrevistados do filme.
Para quem ainda espera pela chegada de alguns títulos no Festival, a boa notícia é que A Separação, de Asghar Farhadi, vencedor do Urso de Ouro em Berlim este ano, já teve sua cópia liberada e começa a ser exibido nesta terça-feira.
Festival do Rio 2011 – Day 10
outubro 16, 2011
por Janaina Pereira, do Rio de Janeiro
O Momento Itália Brasil , que acontece este ano no País, fizeram com que a programação da 13ª edição do Festival do Rio ganhasse uma mostra especialmente dedicada aos filmes italianos, o Foco Itália, com um panorama dos mais expressivos filmes recentes produzidos por lá. Um dos destaques é Aqui é o meu lugar, de Paolo Sorrentino, exibido em competição este ano em Cannes e que traz Sean Penn como protagonista.
O filme mostra um ex-cantor de sucesso (Penn, com visual a la Robert Smith) que deixa Dublim, onde mora, para ir ao velório do pai – com quemnão fala há 30 anos – em Nova York. O músico acaba descobrindo que o pai estavaem busca do homem que supostamente o torturou na época da guerra, e sai pelomundo atrás do torturador.
A cópia de Aqui é o meu lugar chegou hoje ao Rio e o longa começará a ser exibido para o público nesta segunda. A dica do Festival do Rio para este domingo é Red State, crítica mordaz de Kevin Smith à sociedade americana.
Festival do Rio 2011 – Day 9
outubro 15, 2011
Por Janaina Pereira, do Rio de Janeiro
Enquanto Williem Dafoe saboreia a feijoada tradicional do Festival do Rio neste sábado, chega o anúncio de que um de seus filmes, 4:44 Last Day on the Earth, não será mais exbido. A cópia do longa, que concorreu ao Leão de Ouro este ano em Veneza, chegou ao Rio com problemas e sem condições de exibção para o público. Com isso, a vinda do diretor do filme, Abel Ferrara, também foi cancelada.
Enquanto isso as já tradicionais homenagens do Festival continuam, com exibição de mostras de Bela Tarr e Patricio Guzman, que está na cidade. Mas o destaque do dia na programação é o longa nacional O Palhaço, de Selton Mello, que tem exibição de gala esta noite no Odeon.
Festival do Rio 2011 – Day 8
outubro 14, 2011
por Janaina Pereira, do Rio de Janeiro
Desde sua criação, o Festival do Riopresta homenagem a pessoas que contribuíram para a evoluçãocinematográfica. Este ano, um dos homenageados é o cineasta italiano DarioArgento, mestre do terror moderno. Ele ganhou uma mostra dedicada à sua obra – Dario Argento e seu mundo de horror, com curadoria de Mario Abbade, no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB). Argento está no Rio e participou de uma sessão no CCBB para falar sobre seu trabalho.
Para quem gosta de filmes de terror, a mostra é imperdível. Entre os sucessos de Argento estão em cartaz Suspiria, A Mansão doInferno, O Retorno da Maldição e Phenomena. E a boa notícia é que o diretor de 71 anos continua na ativa: seu atual projeto é a refilmagem de Drácula, só que em 3D.
Um dos filmes mais procurados pelo público durante a mostra é Giallo, Reféns do Medo, de 2009, com ovencedor do Oscar Adrian Brody como protagonista.
Festival do Rio 2011 – Day 7
outubro 13, 2011
por Janaina Pereira, do Rio de Janeiro
Até a Chuva, do diretor espanhol Icíar Bollaín, é o destaque do dia no Festival do Rio 2011. A trama é curiosa: a produção de um filme sobre Cristovão Colombo. Sebastian (Gael Garcia Bernal) é o diretor e Costa (Luis Tosar) é o produtor. Eles levam sua equipe para gravar em Cochabamba na Bolívia, o cenário ideal sobre o descobrimento de terras sul americano por parte da Espanha, na exploração do ouro e na escravidão indígena.
Durante as filmagens, produção e elenco se envolvem nos conflitos da região, que envolve à privatização da água da cidade, vendida a uma multinacional. Os protestos diários se intensificam culminando na Guerra da Água, que aconteceu nde fato na cidade em 2000. E Sebastian e Costa acabam envolvidos no problema e não sabem se devem ou não terminar o filme. Até a Chuva foi selecionado para a mostra Panorama do Festival de Berlim 2011.









